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sexta-feira, outubro 27, 2006

Boto-cor-de-rosa


Boto-cor-de-rosa
Nome Popular:
Boto-cor-de-rosa

Nome Científico
Inia geofrensis

Comprimento
Entre 2 e 2,5 metros

Família:
Platanistidae

Peso
Entre 100 e 160 kg

Distribuição
No Brasil ocorrem na Bacia do Amazonas

Características
Rostro longo, melão bem destacado, olhos muito pequenos, corpo alongado, nadadeira dorsal reduzida a uma corcova baixa, nadadeiras peitorais largas, achatadas e flexíveis, a dentição é do tipo heterodonte.

Os botos são golfinhos de água doce. Mas apesar de serem parecidos, golfinhos e botos não são iguais. Os golfinhos são acinzentados. Já os botos podem ser pretos, acinzentados ou meio avermelhados, como o boto cor-de-rosa. O bico do boto é mais comprido e possui pêlos na parte de cima.

Espécie exclusivamente amazônica com nadadeira dorsal discreta. Tem formato fusiforme, ligeiramente corcunda. Pescoço flexível. Cabeça com longo e pontudo bico e com saliência na testa. Olhos muito pequenos.

Cor variável do cinza escuro ao pálido, cor-de-rosa nas partes inferiores. São animais diurnos e noturnos, ocorrendo em pequenos grupos ou solitários. Alimentam-se de peixes, inclusive espécies de fundo como o bagre e podem ingerir crustáceos, tartarugas e cágados.

Raramente saltam fora da água. São curiosos e se aproximam dos nadadores sem atacá-los. Possuem profunda deficiência visual e desenvolveram excelente sistema de localização por sonar. Ocorre nos rios da bacia amazônica.

Curiosidades:
Uma coisa engraçada sobre os botos é que eles têm olhos bem pequenos e não enxergam muito bem. Para se comunicar e se guiar eles emitem uns gritinhos finos e prestam atenção ao eco dos sons na água. Além disso, os pêlos do bico também ajudam. Esses pêlos se chamam vibrissas e têm função de tato e de direção, ou seja, servem para o boto saber para onde está indo e sentir o que vem pela frente. As vibrissas ajudam também o boto a achar comida. Ele come peixes, moluscos (como lulas e polvos) e crustáceos (como camarões e caranguejos).

A Lenda:
Ao cair da noite na Amazônia, o boto cor-de-rosa deixa os rios e transforma-se em um lindo e sedutor rapaz, que sai em busca de uma garota para namorar. Além de galante e sedutor, o boto dança como ninguém e enfeitiça as meninas indefesas. De madrugada, o namorador volta para o rio, onde se transforma de novo em boto. Essa é uma lenda contada na floresta amazônica para explicar por que tantas meninas têm filhos sem pai: são todos filhos do boto.

Perigo de extinção: O boto cor-de-rosa está ameaçado de extinção no Brasil. Sua carne e seu couro são muito preciosos na região da Amazônia, onde eles continuam sendo caçados. Também há uma grande procura pelos olhos do boto cor-de-rosa, considerados amuletos de amor: as pessoas acreditam que quem tem um olho desses arranja namorado ou namorada fácil, fácil.

Referências Bibliográficas
http://www.barcohotelbonanca.com.br/boto_cor_de_rosa.htm
www.osgolfinhos.ubbi.com.br/ boto.jpg
http://www.frutosdaamazonia.com.br/
aol.klickeducacao.com.br
http://www.canalkids.com.br/
http://www.terra.com.br/istoe/1690/ciencia/
1690_natureza_submersa.htm

http://www.brazilonboard.com/mao/1127.asp
servidor5.guiacidade.com.br
http://www.meioambientehp.hpg.ig.com.br/golfinhos4.htm

Fonte:
www.ambienteemfoco.com.br